{"id":1871,"date":"2021-02-08T13:29:48","date_gmt":"2021-02-08T16:29:48","guid":{"rendered":"https:\/\/fibrabrasil.wordpress.com\/?p=1871"},"modified":"2026-02-17T17:49:18","modified_gmt":"2026-02-17T16:49:18","slug":"ferramentas-digitais-para-participacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=1871","title":{"rendered":"Ferramentas digitais para participa\u00e7\u00e3o","gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"text"}]},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image is-style-default\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/fibrabrasil.files.wordpress.com\/2021\/02\/nd_garapua_1490.jpg?w=800\" alt=\"\" class=\"wp-image-1886\" width=\"450\" height=\"300\"\/><figcaption>Maruzia&nbsp;&#8211; http:\/\/ecoarte.info\/narrativas\/2010\/05\/<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Por Ermeson Vieira Gondim<\/p>\n\n\n\n<p>A cria\u00e7\u00e3o da web 2.0 ou web social, tem representado uma revolu\u00e7\u00e3o na comunica\u00e7\u00e3o social e consequentemente na participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3. Desde sua cria\u00e7\u00e3o, uma infinidade de dispositivos, aplicativos ou ferramentas foram desenvolvidos que diversificam o compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es e interatividade na Internet. Esta capacidade da teia social teve um impacto profundo nas rela\u00e7\u00f5es sociais e na produ\u00e7\u00e3o de cultura, como evidenciam Jos\u00e9 Francisco \u00c1lvarez \u00c1lvarez e Daniel Dom\u00ednguez Figaredo:<\/p>\n\n\n\n<p><br>\u201cEssas tecnologias produzem mudan\u00e7as muito profundas nas nossas formas de fazer, relacionar, produzir conhecimento e nas pr\u00e1ticas sistem\u00e1ticas que genericamente comp\u00f5em a cultura\u201d (2012).<br>\u00c1lvarez \u00c1lvarez e Dom\u00ednguez Figaredo referem-se a esse processo como \u201co novo marco sociot\u00e9cnico\u201d (Idem). E \u00e9 justamente esse espa\u00e7o sociot\u00e9cnico que facilita a participa\u00e7\u00e3o de diferentes grupos de cidad\u00e3os na discuss\u00e3o de uma mir\u00edade de quest\u00f5es que os preocupam. A introdu\u00e7\u00e3o dessas tecnologias possibilitou o acesso do cidad\u00e3o comum, muitas vezes limitado \u00e0 vida privada, a uma atividade voltada para o exterior, isto \u00e9, \u00e0 vida p\u00fablica ou pol\u00edtica. E \u00e9 neste contexto que a participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 adquire uma nova dimens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><br>\u00c9 dif\u00edcil conceituar a participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 j\u00e1 que este \u00e9 uma conceito que est\u00e1 em constante evolu\u00e7\u00e3o, entretanto, Alberto J. Olvera (2007) apresenta algumas defini\u00e7\u00f5es a fim de &#8220;limitar o significado do conceito&#8221;:<br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cParticipa\u00e7\u00e3o em abstrato\u201d<\/strong><br>O que este autor define como: \u201ca a\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os individual ou coletivamente para influenciar as decis\u00f5es ou a\u00e7\u00f5es do governo. Nesse n\u00edvel de generalidade, muitas formas e espa\u00e7os de a\u00e7\u00e3o coletiva podem ser entendidos como participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3. \u201d (idem).<br><strong>\u201cParticipa\u00e7\u00e3o como democracia direta\u201d<\/strong> (\u201cformas de democracia direta: referendo, plebiscito, iniciativa popular, consulta p\u00fablica\u201d)<br>Neste ponto, o autor, ao inv\u00e9s de conceituar participa\u00e7\u00e3o como democracia direta, afirma ser um erro conceitual faz\u00ea-lo. Para ele, \u201cequacionar participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 com democracia direta \u00e9 um erro conceitual que limita o horizonte pol\u00edtico da democracia\u201d (Idem).<br><strong>&#8220;Participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica&#8221;<\/strong><br>Olvera afirma que \u201co conceito tamb\u00e9m pode ser aplicado \u00e0 participa\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os nos processos eleitorais e nos partidos pol\u00edticos\u201d (2007).<br>E, finalmente, este autor nos apresenta o que ele define como &#8220;outros conceitos de participa\u00e7\u00e3o mais limitados&#8221;, ou seja:<br><strong>\u201cParticipa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria\u201d<\/strong> que define \u201ccomo aquela que o cidad\u00e3o desenvolve nos microespa\u00e7os em que vive, seja a comunidade camponesa, o bairro urbano ou uma comunidade com afinidades culturais\u201d (2007)<br><\/p>\n\n\n\n<p>E a<strong> \u201cparticipa\u00e7\u00e3o social\u201d<\/strong> que \u201ctamb\u00e9m tem sido utilizada no M\u00e9xico para se referir \u00e0 presen\u00e7a de organiza\u00e7\u00f5es sociais de algum tipo em espa\u00e7os consultivos formais\u201d (idem). Desta forma, conclui dizendo que \u201cA no\u00e7\u00e3o de participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 est\u00e1 normalmente associada \u00e0 participa\u00e7\u00e3o individual dos cidad\u00e3os em algum tipo de processo pol\u00edtico, sem que essa interven\u00e7\u00e3o se enquadre em um conjunto de direitos ou institui\u00e7\u00f5es institu\u00eddos\u201d (idem).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/fibrabrasil.files.wordpress.com\/2021\/02\/emissor-1-1.jpg?w=1024\" alt=\"\" class=\"wp-image-1882\" width=\"313\" height=\"313\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><br>Essas defini\u00e7\u00f5es de participa\u00e7\u00e3o de alguma forma encontram seus equivalentes no meio digital, por\u00e9m, \u00e9 preciso dizer que nem toda intera\u00e7\u00e3o com essas m\u00eddias leva a uma participa\u00e7\u00e3o empoderadora do cidad\u00e3o. Nesse sentido, \u00e9 importante trazer para a discuss\u00e3o conceitos como <strong>prosumer e emirec<\/strong>.  <\/p>\n\n\n\n<p><br>Roberto Aparici e David Garcia-Mar\u00edn tra\u00e7am uma divis\u00e3o conceitual entre os dois termos em rela\u00e7\u00e3o aos sujeitos que participam do processo de intera\u00e7\u00e3o digital. Os citados autores afirmam que Marshall Mcluhan e Barrington Nevitt em seu livro &#8220;Take today: The executive is a drop out&#8221; &#8220;afirmaram que com a tecnologia o consumidor poderia se tornar, ao mesmo tempo, um produtor&#8221; (Marshall Mcluhan e Barrington Nevitt citado em Aparici E Garcia-Mar\u00edn, 2018). Por\u00e9m, para Aparici e Garcia-Mar\u00edn \u201cA prospec\u00e7\u00e3o apresenta um sujeito alienado integrado \u00e0 l\u00f3gica do mercado sob uma din\u00e2mica do trabalho livre e, com base na extens\u00e3o do tempo e dos espa\u00e7os produtivos\u201d (Idem). Um caso t\u00edpico \u00e9 quando o usu\u00e1rio de uma rede social a alimenta com materiais que ele mesmo produz e a rede social usa a pegada digital que ele gera para vender seus dados a empresas que oferecem produtos semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Ao contr\u00e1rio dos prossumidores, Aparici e Garcia-Mar\u00edn citam o trabalho do canadense Jean Cloutier explicando que a \u201cteoria emirec\u201d (Emetteur-Recepteur) \u201c\u2026 se concentra na comunica\u00e7\u00e3o, intera\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o em todos os campos\u201d (idem). Dessa forma, a comunica\u00e7\u00e3o baseada em emirecs seria uma comunica\u00e7\u00e3o dial\u00f3gica, ou seja, baseada na troca de mensagens entre os diferentes sujeitos envolvidos no processo de comunica\u00e7\u00e3o. Para Aparici e Garcia-Mar\u00edn \u201co emirec \u00e9 definido como um sujeito potencialmente empoderado que estabelece rela\u00e7\u00f5es entre iguais\u201d (2018).<br>Esses emirecs, que recebem e emitem mensagens produzindo conte\u00fados para a rede de forma direcionada, com interesses precisos, s\u00e3o sujeitos que potencializam a si e suas a\u00e7\u00f5es na rede e da mesma forma potencializam os empregos e as institui\u00e7\u00f5es em que est\u00e3o inseridos.<br>Os autores apresentam alguns princ\u00edpios essenciais da comunica\u00e7\u00e3o em rede. Dada a relev\u00e2ncia para a an\u00e1lise de caso apresentada a seguir neste relat\u00f3rio-ensaio, quatro desses princ\u00edpios foram escolhidos:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Converg\u00eancia profissional \/ amador<\/strong>: para Aparici e Garcia-Mar\u00edn \u201cA m\u00eddia social digital oferece um modelo que converge comunicadores profissionais e usu\u00e1rios n\u00e3o remunerados no mesmo espa\u00e7o. Essas plataformas quebram a divis\u00e3o profissional-amador que prevalecia no antigo modelo de m\u00eddia \u201d(2018).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O princ\u00edpio da isonomia<\/strong>: para os autores, \u201cas m\u00eddias sociais digitais v\u00e3o al\u00e9m do modelo de difus\u00e3o hier\u00e1rquica e prop\u00f5em uma isonomia onde as produ\u00e7\u00f5es das m\u00eddias tradicionais e a cria\u00e7\u00e3o de cidad\u00e3os s\u00e3o apresentadas da mesma forma em um espa\u00e7o em que todas as grandes m\u00eddia e os outrora receptores &#8211; s\u00e3o comunicadores \u201d(Gabelas &amp; Aparici apud Aparici &amp; Garcia-Mar\u00edn, 2018).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Meios de afinidade e horizontalidade<\/strong>: afirmam que \u201cLange\u2026 concebe os meios de afinidade como aqueles que n\u00e3o distribuem seu conte\u00fado para p\u00fablicos de massa, mas para pequenos nichos de usu\u00e1rios que desejam participar da mensagem e se manter conectados com o produtores em rela\u00e7\u00f5es horizontais claras \u201d(Lange citado em Aparici &amp; Garcia-Mar\u00edn, 2018).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Intelig\u00eancia coletiva e met\u00e1fora da biblioteca<\/strong>: para Aparici e Garcia-Mar\u00edn \u201cEssas m\u00eddias sociais podem ser vistas como grandes bibliotecas ou reposit\u00f3rios repletos de recursos culturais onde um grande n\u00famero de emirecs criam conte\u00fados sobre os temas que dominam, constituindo fontes de conhecimento que podem ser usado de muitas maneiras diferentes; desde a reapropria\u00e7\u00e3o de conte\u00fados e sua utiliza\u00e7\u00e3o para fins educativos at\u00e9 o pr\u00f3prio enriquecimento cultural\u201d (Aparici &amp; Garcia-Mar\u00edn, 2018).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bibliograf\u00eda<\/strong><br>\u00c1lvarez \u00c1lvarez, J. F., &amp; Dom\u00ednguez Figaredo, D. (s.&nbsp;f.). Hybrid Learning_Recursos #HLIIATCCTS. Recuperado 13 de enero de 2019, de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.blogger.com\/blog\/post\/edit\/1837485328856988315\/3936697522408764298#\">https:\/\/docs.google.com\/document\/d\/1WiREm6nQQHdbzLobVJX1CZhoxeGChZUgj3yXRwBQ4bw\/edit?usp=embed_facebook<\/a><br>Aparici, R., &amp; Garc\u00eda-Mar\u00edn, D. (2018). Prosumidores y emirecs: An\u00e1lisis de dos teor\u00edas enfrentadas.&nbsp;<em>Comunicar: Revista Cient\u00edfica de Comunicaci\u00f3n y Educaci\u00f3n<\/em>,&nbsp;<em>26<\/em>(55), 71-79.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.blogger.com\/blog\/post\/edit\/1837485328856988315\/3936697522408764298#\">https:\/\/doi.org\/10.3916\/C55-2018-07<\/a><br>Kr\u00fcger, K. (2006). El concepto de la \u00abSociedad del Conocimiento\u00bb. Recuperado 20 de enero de 2019, de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.blogger.com\/blog\/post\/edit\/1837485328856988315\/3936697522408764298#\">http:\/\/www.ub.edu\/geocrit\/b3w-683.htm<\/a><br>Olvera, A. J. (2007). Notas sobre la Participaci\u00f3n Ciudadana desde la \u00f3ptica de las Organizaciones de la Sociedad Civil. Recuperado 20 de enero de 2019, de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.blogger.com\/blog\/post\/edit\/1837485328856988315\/3936697522408764298#\">https:\/\/controlatugobierno.com\/archivos\/bibliografia\/olvera1.pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Ermeson Vieira<\/strong> \u00e9 colaborador da Fibra em comunica\u00e7\u00e3o, \u00e9 licenciado e mestre em cinema, tamb\u00e9m mestre Comunica\u00e7\u00e3o e Educa\u00e7\u00e3o na Internet.<\/p>\n\n\n\n<p>Instagram: @ermeson_vieira_gondim<br>Youtube: https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCDphyzfI-IQQyzvxJ-hMGSw<br><em>@cultura_acentuada<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Acesse seu livro (<em>ebook<\/em>) \u201c<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/dp\/B09V3BFFWD\/ref=cm_sw_r_tw_dp_00EDC4131YE83YX60BAK\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Jonas em Guaramiranga<\/a>\u201d: via @amazonBR<\/p>\n\n\n\n<p>Nota: Os textos, cita\u00e7\u00f5es, e opini\u00f5es s\u00e3o fornecidos pelo autor, sendo de sua exclusiva responsabilidade, e podem n\u00e3o expressar \u2013 no todo ou em parte, a opini\u00e3o dos Coletivos da Fibra.<\/p>\n","protected":false,"gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"html"}]},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Ermeson Vieira Gondim A cria\u00e7\u00e3o da web 2.0 ou web social, tem representado uma revolu\u00e7\u00e3o na comunica\u00e7\u00e3o social e consequentemente na participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3. 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