{"id":2123,"date":"2021-02-22T10:20:52","date_gmt":"2021-02-22T13:20:52","guid":{"rendered":"https:\/\/fibrabrasil.wordpress.com\/?p=2123"},"modified":"2021-02-22T10:20:52","modified_gmt":"2021-02-22T13:20:52","slug":"os-tres-renascimentos-de-jean-wyllys-e-o-poder-curativo-das-lagrimas-da-ave-fenix-em-barcelona","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=2123","title":{"rendered":"Os tr\u00eas renascimentos de Jean Wyllys. E o poder curativo das l\u00e1grimas da Ave F\u00eanix, em Barcelona.","gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"text"}]},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Por Fl\u00e1vio Carvalho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/fibrabrasil.files.wordpress.com\/2021\/02\/whatsapp-image-2021-02-22-at-13.33.42.jpeg?w=768\" alt=\"\" class=\"wp-image-2125\" width=\"357\" height=\"476\" \/><figcaption>Foto: Fl\u00e1vio de Carvalho<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\" style=\"line-height:1;\">                   <em>\u201cN\u00e3o se espante, cante, que o seu canto \u00e9 minha for\u00e7a pra cantar\u201d.<\/em> <strong>Gonzaguinha<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\" style=\"line-height:1;\">                               <em>\u201cO homem que se levanta \u00e9 ainda mais forte que o que n\u00e3o caiu\u201d<\/em>. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\" style=\"line-height:1;\">                       <strong>Viktor Frankl<\/strong>, neuropsiquiatra, sobrevivente aos campos de concentra\u00e7\u00e3o nazista<em>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\" style=\"line-height:1;\"><em> <\/em>                      <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Imagine o filme de terror. Sabe o que \u00e9 um \u201ccorredor polon\u00eas\u201d? Agora pense que, depois de um voo de avi\u00e3o cansativo, no desembarque, voc\u00ea procura e n\u00e3o encontra os cinco guarda-costas que sempre te acompanham e que deveriam estar te esperando, encarregados de proteger sua vida. Decidido e cansado de esperar por eles, voc\u00ea caminha seus pr\u00f3prios passos, passa no meio de dezenas de pessoas que te amea\u00e7am fisicamente, te gritam insultos impronunci\u00e1veis. E voc\u00ea, que sempre se imaginou uma pessoa de desmedida coragem, enfrenta um instante de desconforto que te parece eterno. Ao sentir-se quase salvo, pega o primeiro t\u00e1xi que encontra. Entra no carro e o taxista te diz: \u201cVoc\u00ea \u00e9 o Jean Wyllys? Pois o Bolsonaro vai te matar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim nos explicou ontem, aqui em Barcelona, como costuma abrir seu cora\u00e7\u00e3o, sempre de forma sens\u00edvel. Quando, por exemplo, diz que ainda tem imensa dificuldade de falar sobre Marielle Franco. \u201cEu n\u00e3o consigo falar do que ela hoje significa para o mundo, depois de ter sido assassinada. Eu s\u00f3 me lembro dela muito viva, como a pessoa que eu conheci de muito perto, antes de tudo isso\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O ex-deputado e hoje exilado pol\u00edtico em Barcelona, apresentou o filme document\u00e1rio \u201cEntre Homens de Bem\u201d, no Festival de Cinema LGBTI \u2013 Amores On Fire \u2013 realizado no que eu considero o mais importante centro cultural de Barcelona, o CCCB. Um dos maiores Centros de Cultura Contempor\u00e2nea de toda a Europa.O que \u00e9 ent\u00e3o um ex\u00edlio pol\u00edtico? \u00c9 antes de tudo, em pol\u00edtica principalmente, quest\u00e3o subjetiva, de sentimento, de como nos sentimos (inquestion\u00e1vel, portanto \u2013 somente se h\u00e1 de respeitar). Mas ao mesmo tempo uma quest\u00e3o objetiva: \u00e9 amor \u00e0 vida ou a si mesmo. Portanto, longe de fugir, \u00e9 um ato de valentia que poucas pessoas ousam enfrentar: o enfrentar-se a si mesmo, preparando-se para o reencontro mais profundo, o olhar para dentro, ao sair do pa\u00eds e da sua pr\u00f3pria zona de conforto. Linguagem antifascista, eu sei. Incompreens\u00edvel para qualquer fascista. Estou falando grego para eles, eu sei. Mas n\u00e3o \u00e9 bem com eles que eu quero hoje falar.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde que vim morar na Catalunha, costumo pensar na complexidade essa: no fundo, todo migrante \u00e9 um exilado de algo. Na maioria das vezes, de si mesmo. Portanto, depende de si pr\u00f3prio para viver, voltar, seguir\u2026 O exilado pol\u00edtico n\u00e3o foge da morte ou de uma pris\u00e3o injusta. Est\u00e1 em busca da liberdade (dele e nossa!). Buscar algo \u00e9 muito diferente de fugir.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando eu conheci Jean, em Berlim, percebi nele essa honrosa carga de sinceridade, de falar com o sentimento. \u201cBonita camisa\u201d, foi o primeiro que me disse, desarmando completamente todas as perguntas pol\u00edticas que eu havia me preparado para fazer pra ele \u2013 e evidentemente n\u00e3o fiz. Surpreso, fiquei olhando para as flores da minha camisa e decidi fazer com ele essa foto e pronto. Eu tinha certeza que logo, como de fato ocorreu, voltar\u00edamos a nos encontrar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu n\u00e3o quero hoje aqui, em Barcelona, falar da pol\u00edtica, do que est\u00e1 acontecendo por aqui\u201d. Foi o que ele explicou, ontem tamb\u00e9m. Imaginem-se agora na quarta noite em que Barcelona est\u00e1 pegando fogo (literalmente!), com a foto de uma menina com o olho arrebentado por uma bala de borracha da pol\u00edcia (a menina perdeu para sempre essa vis\u00e3o), pelos protestos gerais contra uma senten\u00e7a judicial que joga a liberdade de express\u00e3o na lata do lixo, na Espanha, e mais um artista (cantor de Rap) jogado na pris\u00e3o por dois anos por \u201cinj\u00faria \u00e0 corona\u201d e \u201cexalta\u00e7\u00e3o ao terrorismo\u201d! Saindo daquele encontro com Jean, helic\u00f3pteros da pol\u00edcia sobrevoavam Barcelona, um grupo de jovens desafiava todo um batalh\u00e3o policial, e eu pensava no que poderia haver levado um \u201canimal pol\u00edtico\u201d como Jean a esse cuidado, agarramento maravilhoso \u00e0 sua pr\u00f3pria vida? Seja o que for eu acho digno de um exerc\u00edcio que todos merecemos e dever\u00edamos ousar fazer. O bom pol\u00edtico cuida do mundo dentro de si.<\/p>\n\n\n\n<p>Tempos atr\u00e1s, eu mandei um e-mail pra ele com duas mil perguntas pol\u00edticas. Ontem mandei outro, desdizendo tudo o que eu disse e pedindo a ele pra \u201csomente\u201d falar das suas pinturas, que tanto tem me impressionado (emocionado, pra falar a verdade). Perguntando se ele n\u00e3o toparia cantar num Sarau desses que a gente faz aqui em Barcelona. Foi esse, ali\u00e1s, o primeiro coment\u00e1rio ontem da plateia, por parte dos que estamos nos acostumando a v\u00ea-lo espantando seus males, cantando. E pra fazer gra\u00e7a com outro \u201celemento art\u00edstico\u201d que aparece no filme onde Pedro Bial insiste em chamar Jean de Professor, perguntei por outro coment\u00e1rio tamb\u00e9m revelado pelo pr\u00f3prio Jean: quando far\u00e1 o tal filme onde interpreta Jesus? Em ir\u00f4nica resposta a uma das Fake News que mentiam que Jean estava gravando esse filme. Como aquela outra mentira: Jean haveria apresentado um projeto de lei para reescrever trechos da B\u00edblia.<\/p>\n\n\n\n<p>Pois sim. \u00c9 exatamente isso o que ele est\u00e1 se dedicando atualmente a estudar, aqui em Barcelona: as Fake News e suas rela\u00e7\u00f5es com os golpes contra a democracia.<\/p>\n\n\n\n<p>Creio que ressurge das cinzas, pela terceira vez, F\u00eanix renascendo. Claro que Jean, como o Homem de Exce\u00e7\u00e3o (aprendi com sua amiga Tiburi), fala abertamente de depress\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro renascimento est\u00e1 relatado no document\u00e1rio. E pelo qual a minha amiga Dai Sombra p\u00f4de ontem lhe felicitar pessoalmente. A ancestralidade queimou seu dedinho ainda beb\u00ea com o pingo de uma vela entre seus dedos, possibilitando um grito de dor que alertou aos m\u00e9dicos que j\u00e1 acreditavam que aquela crian\u00e7a, nascido num ambiente de muita pobreza, j\u00e1 estaria encomendada aos c\u00e9us. \u201cRenasceu\u201d Jean, pela primeira vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, eu acredito (minha opini\u00e3o!) que aquele taxista, ao amea\u00e7ar-lhe, \u201cBolsonaro vai te matar\u201d, prestou-nos, a Jean, a mim, ao pa\u00eds, ao mundo, um grande servi\u00e7o.&nbsp;No hay mal que para el bien no venga, sempre digo o que muito escutei por aqui.&nbsp;Foi a terceira vez onde, sempre em minha opini\u00e3o, Jean Wyllys renasceu.<\/p>\n\n\n\n<p>Deixei o segundo renascimento de Jean, propositadamente, para o final desse texto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ouso comparar. Uma das poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es para o nosso pa\u00eds, Brasil, \u00e9 fazer terapia.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia que o Brasil reconhecer e assumir suas pr\u00f3prias debilidades, deixar de achar que \u00e9 o melhor pa\u00eds do mundo (que, para algumas outras coisas, \u00e9 sim; mas para muitas coisas, claro que n\u00e3o \u2013 como quase tudo na vida), e deixar de fingir que n\u00e3o tem os seus grav\u00edssimos defeitos (quem sou eu pra dizer? N\u00e3o serve. \u00c9 o pr\u00f3prio, na terapia, que se h\u00e1 de perceber), o \u201cmilagre\u201d pode acontecer. Reconhecer e assumir: \u00e9 o melhor caminho para algo acontecer.<\/p>\n\n\n\n<p>Digo isso olhando tanto pra minha extrema direita (que eu prefiro, sem hesitar, denominar Fascista), mas tamb\u00e9m com respeito eu olho pra minha esquerda, quase de forma preferencial, pelo imenso carinho que sinto. Eu, de fato, come\u00e7aria por aqui.<\/p>\n\n\n\n<p>Ontem Jean falou uma coisa que me bateu l\u00e1 bem fundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele estava na final do Big Brother Brasil e aquele detest\u00e1vel circo da Globo deu-nos uma pista muito precisa, mas que pouca gente percebeu, na sua vit\u00f3ria. Cada qual com seus preconceitos. Quer n\u00e3o ver algo? Use os filtros do preconceito, j\u00e1 sabendo o que vai perder.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando Pedro Bial chamava Jean de Professor (durante quase todo o programa), misturava ironia fin\u00edssima com uma provoca\u00e7\u00e3o. Pela primeira vez na hist\u00f3ria, um homem assumidamente gay, racializado, orgulhoso da origem na periferia da periferia do interior da Bahia (Alagoinhas), entrou na casa da maioria dos brasileiros. Provocou a maioria silenciosa \u2013 cuidado com esse conceito! \u2013 do quinto maior pa\u00eds do mundo a pronunciar uma frase que bem ou mal entraria pra hist\u00f3ria do maior pa\u00eds capitalista do mundo: yes, we can.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 claro que j\u00e1 vimos que \u201cn\u00e3o podemos\u201d (aquilo que realmente mentimos pra n\u00f3s: \u201cser\u00e1 que realmente QUEREMOS?\u201d), elevando nossa pr\u00f3pria hipocrisia \u00e0 m\u00e1xima pot\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Jean Wyllys superou dentro da casa do BBB todos os desafios poss\u00edveis e ganhou o primeiro pr\u00eamio de um milh\u00e3o de reais, naquela noite hist\u00f3rica que eu me lembro como se fosse hoje. Venceu por um segredo que ontem pensou que estava nos revelando, mas que muitos de n\u00f3s j\u00e1 sab\u00edamos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu n\u00e3o nasci naquele programa de televis\u00e3o. Eles pensavam que sabiam quem eu era. Carregaram todos seus preconceitos pra cima de mim e por isso erraram o alvo, toda vez que atiraram contra mim \u2013 naquele Pared\u00e3o do BBB. Pensar que j\u00e1 sabemos quase tudo contra o que nos enfrentamos \u00e9 o pior erro; e faz com que o nosso oponente possa nos vencer. Assim, o nosso principal desafio n\u00e3o \u00e9 vencer o advers\u00e1rio: pode ser o vencer a n\u00f3s mesmos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Aten\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 a minha interpreta\u00e7\u00e3o do que ontem escutei da boca de Jean Wyllys, aqui em Barcelona e ele n\u00e3o me disse nada absolutamente da forma que est\u00e1 escrito no par\u00e1grafo anterior. Algo bem parecido, sim. Esta \u00e9 a MINHA percep\u00e7\u00e3o. E por isso recomendo ler o seu livro autobiogr\u00e1fico, com o mesmo prazer que eu li. O melhor: me diverti e aprendi.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi a segunda vez que Jean Wyllys renasceu. Daquela vez, diante da audi\u00eancia televisiva de milh\u00f5es de brasileiros, naquele detest\u00e1vel programa da Globo, o BBB. Mal para o bem.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas vem muito mais Wyllys por a\u00ed. Renascer, para ele \u2013 eu acho que \u00e9 isso que se confunde com Vencer.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 O nome do programa de TV vem do excelente escritor e guerrilheiro antifascista, o ingl\u00eas George Orwell. No seu livro, 1984, a ditadura do Grande Hermano, com suas c\u00e2meras espalhadas por todos os cantos, pensava que j\u00e1 sabia tudo sobre os revolucion\u00e1rios que lutavam pela pr\u00f3pria liberdade. O erro principal de qualquer ditadura \u00e9 esse: subestimar a capacidade criativa do povo para engan\u00e1-lo. \u00c9 assim que vamos derrotar o fascismo brasileiro, representad\u00edssimos todos n\u00f3s (eu, pelo menos, me incluo), na cusparada que Jean lan\u00e7ou contra o ent\u00e3o deputado Bolsonaro, dentro do Congresso Nacional. Todo sentimento ser\u00e1 sempre leg\u00edtimo; desde que saia, realmente, DE DENTRO. Cuspir \u00e9, no fundo, sentir.<\/p>\n\n\n\n<p>A minha florida camisa, Jean, \u00e9 da marca Per\u00edodo F\u00e9rtil. Uma pequena empresa familiar, de amigos artes\u00e3os de Olinda, minha cidade. Conheci os criadores da Per\u00edodo F\u00e9rtil, M\u00e1rcia e Klezinho, antes da fama. Logo, apareceram mais ao mundo, depois de vestir Chico Science &amp; Na\u00e7\u00e3o Zumbi. Aqueles artistas que lembraram o sentir \u201cpois h\u00e1 fronteiras nos jardins da raz\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Aquele abra\u00e7o. <\/p>\n\n\n\n<p>Fl\u00e1vio Carvalho. Barcelona, 20 de fevereiro de 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Publicado originalmente em Desacato.info. Portal onde o autor \u00e9 colaborador&#8221;. <\/p>\n\n\n\n<p>Os artigos aqui publicados n\u00e3o refletem necessariamente a opini\u00e3o da FIBRA.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i2.wp.com\/desacato.info\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Fl%C3%A1vio-Carvalho.jpg?resize=150%2C189\" alt=\"\" class=\"wp-image-244289\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Fl\u00e1vio Carvalho \u00e9 soci\u00f3logo, participante da FIBRA e do Coletivo Brasil Catalunya<\/p>\n\n\n\n<p>@1flaviocarvalho, soci\u00f3logo e escritor. @quixotemacunaima (siga-me no Facebook).<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-large-font-size\"><strong>Talvez voc\u00ea tamb\u00e9m queira mais<\/strong><\/p>\n\n\n<ul class=\"wp-block-latest-posts__list wp-block-latest-posts\"><li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=11304\">1 de maio em Paris: O Brasil na Resist\u00eancia<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=11292\">Mais mulheres na Pol\u00edtica<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=11263\">Um Maestro de FIBRA.<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=10665\">Vozes internacionais por Glauber Braga<\/a><\/li>\n<li><a class=\"wp-block-latest-posts__post-title\" href=\"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=10659\">Vozes internacionais por Glauber Braga<\/a><\/li>\n<\/ul>","protected":false,"gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"html"}]},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine o filme de terror. 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