{"id":7696,"date":"2021-12-10T14:18:11","date_gmt":"2021-12-10T13:18:11","guid":{"rendered":"http:\/\/fibrainternacional.org\/?p=7696"},"modified":"2021-12-10T14:21:47","modified_gmt":"2021-12-10T13:21:47","slug":"dai-sombra-aisha-manifestar-mulher-livro-e-poesia-antirracista-interseccional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=7696","title":{"rendered":"Dai Sombra Aisha, Manifestar. Mulher, livro e poesia antirracista. Interseccional!","gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"text"}]},"content":{"rendered":"\n<p>Por Fl\u00e1vio Carvalho, para o site da FIBRA.<\/p>\n\n\n\n<p>@1flaviocarvalho. @quixotemacunaima. Soci\u00f3logo e Escritor.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento do e-book em Barcelona, neste s\u00e1bado, 11\/12\/2021, 20h.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">\u201cEu escrevi a realidade&#8230; Faz de conta que eu estou sonhando\u201d,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Carolina_Maria_de_Jesus\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Carolina Maria de Jesus<\/a>, Quarto de Despejo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">N\u00e3o h\u00e1 possibilidade de avan\u00e7ar na luta contra o fascismo se n\u00e3o houver uma profunda reflex\u00e3o individual de cada ativista anticapitalista sobre a reflex\u00e3o entre a interseccionalidade e a luta de classes sociais. Opino, de forma enf\u00e1tica, na introdu\u00e7\u00e3o deste texto \u2013 sobre o livro de uma grande amiga. Um livro que traduz o que aqui tento abordar. Embora eu seja plenamente consciente de que o que ela, Dai, faz-nos em poesia \u00e9 suficiente para sentir o significado (sentir, ajuda a refletir; melhor que tentar entender).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/0_dai.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7698\" width=\"381\" height=\"391\" srcset=\"https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/0_dai.jpeg 720w, https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/0_dai-600x615.jpeg 600w, https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/0_dai-293x300.jpeg 293w\" sizes=\"(max-width: 381px) 100vw, 381px\" \/><figcaption>Fl\u00e1vio Carvalho e Dai Sombra. Foto: Fl\u00e1vio Carvalho<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Com esta afirma\u00e7\u00e3o j\u00e1 se percebe que n\u00e3o estabele\u00e7o primazia; apenas sugiro\u2013 embora o creio imprescind\u00edvel: h\u00e1 que haver di\u00e1logo, dualidade e mesmo tens\u00e3o construtiva, entre a interseccionalidade das lutas (antirracismo, feminismo, combater todas as formas de homofobia, repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica perante os povos ind\u00edgenas e comunidades quilombolas&#8230;) e o tradicional e, ao mesmo tempo atual, Classismo Marxista.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se trata de menosprezar este \u00faltimo, ao priorizar a interseccionalidade. N\u00f3s mesmos, os materialistas hist\u00f3ricos, os da pr\u00e1xis marxista, perdemos v\u00e1rias batalhas contra o avan\u00e7o capitalista, aliado de bra\u00e7os dos nazistas e dos fascistas: eis as atuais desgra\u00e7as do mundo. Por\u00e9m, \u00e9 ineg\u00e1vel que estivemos, historicamente, \u201cpelo menos\u201d em maior evid\u00eancia que outras lutas, como o antirracismo. Tudo na vida tem o seu tempo hist\u00f3rico, contextual. Por exemplo, tamb\u00e9m com \u201cmaior visibilidade hist\u00f3rica\u201d o marxismo do que as lutas feministas. Gra\u00e7as, a meu ver, \u00e0 acertada centralidade ontol\u00f3gica do trabalho em todas as rela\u00e7\u00f5es socioculturais. E mesmo com tantas transforma\u00e7\u00f5es, segue v\u00e1lida a categoria Trabalho, hoje em dia. O que para um marxista ortodoxo n\u00e3o seria novidade: para ele, se for quest\u00e3o de compara\u00e7\u00e3o, \u00e9 \u201cnatural\u201d que aconte\u00e7a esta maior visibilidade (de uma Internacional Socialista, por exemplo, em vez de um partido feminista ou de um mundialismo antirracista).<\/p>\n\n\n\n<p>Para mim, a invisibiliza\u00e7\u00e3o da interseccionalidade n\u00e3o deveria jamais ter sido algo \u201cnaturalizado\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Felizmente, algo est\u00e1 mudando. E para melhor, a meu ver (e, talvez por isso mesmo, n\u00e3o somente me refiro ao livro da Dai \u2013 a que nos convida a ir mais al\u00e9m).<\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 exatamente por aqui que eu quero come\u00e7ar. \u00c9 a urg\u00eancia necess\u00e1ria de impulsar o que esteve, historicamente, em segundo plano. Em minha modesta opini\u00e3o, n\u00e3o tenho d\u00favidas ao escolher, atualmente, a dimens\u00e3o antirracista como a forma mais objetiva, avan\u00e7ada, contundente, seja estrategicamente ou seja estruturalmente, contra o conjunto de sistemas de injusti\u00e7as sociais em n\u00edvel mundial. Quantos anos demoraremos a perceber \u201co que mais avan\u00e7a, ultimamente\u201d? Insistindo naquele falso pressuposto de \u201cse tivermos que escolher uma das lutas para mudar o mundo, esta seria&#8230;\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Se obrigado fosse, eu escolheria. Por\u00e9m (ainda bem), de outras escolhas j\u00e1 est\u00e1 feita a vida.<\/p>\n\n\n\n<p>A ordem \u00e9 esta, ao meu ver.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de tudo, parar para refletir. \u00c9 o m\u00ednimo que se pode exigir.<\/p>\n\n\n\n<p>A poesia \u00e9 a pausa necess\u00e1ria da vida. A que nos d\u00e1 for\u00e7as. Arte para seguir em frente.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o podemos jamais esquecer que o maior aliado dos racistas \u00e9 a exata nega\u00e7\u00e3o da sua pr\u00f3pria exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, explorar ao m\u00e1ximo as compatibilidades. Construindo uma nova hist\u00f3ria, sem esquecer que o marxismo foi atacado sem ser lido, foi acusado do que n\u00e3o disse e que sofreu (desde que Marx ainda era vivo) uma campanha orquestrada como jamais sofreu qualquer outro oponente a todo e qualquer tipo de capitalismo. N\u00e3o \u00e9 que o capitalismo seja selvagem. \u00c9 que selvagem e desgra\u00e7ada \u00e9 a sua ess\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, o que trato nesse texto \u00e9 de ser claro e objetivo, sem subterf\u00fagios: se um dia eu me sentir (absurdamente!) obrigado a escolher entre priorizar o desmonte da hist\u00f3ria do capitalismo no meu pa\u00eds, Brasil, eu vou come\u00e7ar por aqui. Sem qualquer tipo de d\u00favida, principalmente em rela\u00e7\u00e3o ao meu pa\u00eds, eu quero priorizar \u2013 a palavra \u00e9 essa, priorizar \u00e9 escolha estrat\u00e9gica e refletida &#8211; a luta antirracista e a luta contra os machismos. A dificuldade que eu tenho, depois de muito refletir, \u00e9 a que eu adoro: n\u00e3o consigo separar o meu ser antirracista do processo de desconstru\u00e7\u00e3o dos meus pr\u00f3prios machismos. E essa deveria ter sido a base (do que n\u00e3o foi, eu insisto) de toda a minha luta anticapitalista.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, como veremos, \u201cnessa minha eterna juventude\u201d, eu n\u00e3o quero perder mais tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo isso, tanta sociologia na minha vida, para desaguar nela, na poesia, no meu mar particular.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E para contextualizar a primeira vez na minha vida que eu abracei o doce desafio de editar o primeiro livro que n\u00e3o fosse o meu mesmo. E, al\u00e9m disso, com (outra!) escolha important\u00edssima: se me obrigarem \u2013 pra come\u00e7ar, vou deixar claro que cada vez menos quero ser obrigado a algo \u2013 a escolher entre dois tipos de narrativa, fic\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o fic\u00e7\u00e3o, um tratado sociol\u00f3gico ou um livro de bolso de poesia&#8230; Aqui me encontrar\u00e3o, neste s\u00e1bado que ser\u00e1 um grande dia \u2013 para todes n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 11 de dezembro de 2021, \u00e0s 20h, em Barcelona, apresentarei luzes e sombras e perspectivas de uma das melhores escolhas que devemos fazer na vida. Pelo menos, da minha vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Mulher, livro e poesia.<\/p>\n\n\n\n<p>Tem pessoas que voc\u00ea conhece. H\u00e1 outro tipo de pessoas que alguma grande amiga diz assim: \u201cvoc\u00ea tem que conhecer a Dai\u201d! No meu caso, disse-me Maria, um belo dia. Na mesma \u00e9poca em que se constituiu, na Catalunha, a Assembleia de Mulheres Brasileiras contra o fascismo. Nada \u00e9 casualidade nesta vida.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o vou falar da Dai, porque j\u00e1 dediquei um impulso intenso, numa noite inteira, emocionado, a escrever a apresenta\u00e7\u00e3o do seu primeiro livro. Agora h\u00e1 que ler. N\u00e3o somente a apresenta\u00e7\u00e3o, claro. Mas todo o livro, Manifestar. Poesia marginal, perif\u00e9rica, antirracista e <em>mulherista<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00fanico que posso dizer, em breves linhas, \u00e9 que ela, Dai, a poeta, \u00e9 o resumo exato de toda a introdu\u00e7\u00e3o ideologizada que tentei desenvolver desde o come\u00e7o desse texto. Ela, sim, resume tudo isso, para mim. E o seu livro \u00e9 a melhor forma de sentir (longe de entender, racionalmente) tudo isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Insisto que o seu livro \u00e9 pra sentir, mais do que pra ler. \u00c9 sensitivo, e por isso, n\u00e3o poderia ter sido melhor ilustrado. E por Smyrna, melhor ainda. Artista que merece muito mais do que escrevi na apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Editar, neste caso, \u00e9 auto-editar mesmo. E, n\u00e3o por acaso, Barcelona \u00e9 capital mundial da auto-edi\u00e7\u00e3o de livros. Um fen\u00f4meno autoral, mundial, explosivo. Livro vivo. Livro que quer ser lido. E que diz isso. Barcelona n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de livros t\u00edmidos. A nossa escrita \u00e9 um processo afirmativo. <em>EscreVIvermos<\/em> para sermos lidos \u2013 como Concei\u00e7\u00e3o Evaristo. E nos reafirmamos no compromisso com n\u00f3s mesmos, abrindo-nos ao di\u00e1logo com o maravilhoso mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Toda Sombra \u00e9 quest\u00e3o de perspectiva. A nossa perspectiva \u00e9 a defesa intransigente da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ajudar a escritora a autoeditar-se (a verdade \u00e9 esta) n\u00e3o tive outro trabalho, prazeroso, que ajudar as \u00e1guas caudalosas de um rio a encontrar-se com o seu pr\u00f3prio mar.<\/p>\n\n\n\n<p>E foi ent\u00e3o que desenvolveu-se o processo com o empreendimento cultural da (genial!) Di\u00e1spora Produtora, agregando-se \u00e0 (extraordin\u00e1ria!) curadoria do E-Book pela Kel Kamoezze e pela Giulia Tavares.<\/p>\n\n\n\n<p>Barcelona \u00e9 cidade mulher. Poesia \u00e9 luta, quando a gente quiser e como, e onde, e quando a gente quiser.<\/p>\n\n\n\n<p>E \u00e9 quando \u00e9 hora que o homem sente que se repete: agora \u00e9 calar e escutar. E declamar, e recitar&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Compre o livro. E leia. E Leia-se. E (re)escreva-se mais, por favor.<\/p>\n\n\n\n<p>Aquele abra\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Fl\u00e1vio Carvalho. Barcelona, assanhada de ventos poentes de outono. 10 de dezembro de 2021.<\/p>\n","protected":false,"gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"html"}]},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Fl\u00e1vio Carvalho, para o site da FIBRA. @1flaviocarvalho. @quixotemacunaima. Soci\u00f3logo e Escritor. 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