{"id":8675,"date":"2022-05-18T07:46:34","date_gmt":"2022-05-18T05:46:34","guid":{"rendered":"http:\/\/fibrainternacional.org\/?p=8675"},"modified":"2022-05-18T07:46:35","modified_gmt":"2022-05-18T05:46:35","slug":"pode-a-revolucao-social-comecar-na-revolucao-sexual-vamos-falar-de-consciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=8675","title":{"rendered":"Pode a Revolu\u00e7\u00e3o Social come\u00e7ar na Revolu\u00e7\u00e3o Sexual? Vamos falar de consci\u00eancia.","gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"text"}]},"content":{"rendered":"\n<p>@1flaviocarvalho | @quixotemacunaima | Soci\u00f3logo e Escritor.<\/p>\n\n\n\n<p>Barcelona, 17 de maio de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Pessoas com uma vida ativa em mat\u00e9ria de preocupa\u00e7\u00f5es sociais, como eu, tendem a esquecer-se da sua pr\u00f3pria conex\u00e3o com o mundo. O impulso vital, neste caso, \u00e9 predominantemente coletivo.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 um problema categ\u00f3rico de soci\u00f3logos ou de determinadas formas de viver. Creio que \u00e9 um tema bem mais extenso do que pensamos. E hoje me sinto mais consciente sobre isso.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot-2022-05-18-at-07.40.06-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8676\" width=\"279\" height=\"156\" srcset=\"https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot-2022-05-18-at-07.40.06-1024x576.png 1024w, https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot-2022-05-18-at-07.40.06-600x338.png 600w, https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot-2022-05-18-at-07.40.06-300x169.png 300w, https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot-2022-05-18-at-07.40.06-768x432.png 768w, https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot-2022-05-18-at-07.40.06-1536x864.png 1536w, https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot-2022-05-18-at-07.40.06-2048x1152.png 2048w, https:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot-2022-05-18-at-07.40.06-1170x658.png 1170w\" sizes=\"(max-width: 279px) 100vw, 279px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Ler muito, de forma quase compulsiva, n\u00e3o me impediu de cuidar da sa\u00fade do meu corpo. E uma vida racionalista n\u00e3o \u00e9 incompat\u00edvel com a import\u00e2ncia dos sentimentos e das emo\u00e7\u00f5es. Em que medida atingimos esse equil\u00edbrio? Qual o sentido da pr\u00f3pria palavra Equil\u00edbrio nas nossas vidas? Quando tudo \u00e9 priorit\u00e1rio, nada \u00e9 priorit\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Demorei muito tempo a reconectar-me com minha ess\u00eancia vital, por uma op\u00e7\u00e3o de que sempre h\u00e1 pessoas mais necessitadas do que eu. Mas o que de fato poderias conseguir pro mundo, se n\u00e3o est\u00e1s bem contigo mesmo? Hoje me sinto em pleno caminho. Mas com um novo e muito importante impulso. Ao sentir que o caminho pode, realmente, ser delicioso. Pois de excelentes compatibilidades est\u00e1 feita a vida de cada um de n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>E onde estaria esse bot\u00e3o de rein\u00edcio? N\u00e3o foi por falta de pistas, por exemplo, na minha trajet\u00f3ria de vida. Estudei antropologia, licenciei-me em sociologia, entrei num mestrado de ci\u00eancia pol\u00edtica&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Faz anos que me auto descrevi politicamente como Anarquista Libert\u00e1rio. Principalmente depois de revelar-se a mim, o que era e o que n\u00e3o era o tal do Anarquismo. De fato, neste texto repleto de perguntas, do que falamos mesmo quando estamos falando de \u201cPol\u00edtica\u201d? Neles, nos movimentos anarquistas libert\u00e1rios (e onde eu moro, a Catalunha, como um referente mundial), encontrei a express\u00e3o do corpo, da natureza sublime (e do naturismo), do papel fundamental da arte e de como a sexualidade pode ser a base de diversos tipos de opress\u00e3o \u2013 e, portando, de liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Permitam-me, ao falar do processo, tratar um pouco de mim. Poucas pessoas sabem, antes de ler esse texto, que j\u00e1 participei &#8211; muitos anos atr\u00e1s, ainda no Brasil &#8211; de um centro especializado em Gnose (no bairro da Boa Vista, no Recife); que aceitei o convite de uma amiga para estar durante semanas numa comunidade <em>Hare Krishna<\/em> (chamada Nova Vraja Dhama, no interior de Caruaru); que desde muito jovem iniciei um processo de participa\u00e7\u00e3o intensa com um grupo de Somaterapia (no Alto da S\u00e9, em Olinda); que estive em retiros de medita\u00e7\u00e3o e yoga; que participei em ritual xam\u00e2nico (ou em uma \u201cderiva\u00e7\u00e3o\u201d, chamada Uni\u00e3o do Vegetal, em v\u00e1rias cidades do Nordeste do Brasil); al\u00e9m de uma ou outra experi\u00eancia de altera\u00e7\u00e3o do que se dizia \u201cestado natural de consci\u00eancia\u201d. Mais por interesse antropol\u00f3gico, jamais aprofundado, cheguei bem perto de rituais da Jurema (uma divindade sincr\u00e9tica entre Ind\u00edgena e Afrobrasileira), do Candombl\u00e9 e outros fen\u00f4menos que considero terap\u00eauticos, tanto quanto essencialmente amalgamam a diversidade cultural brasileira \u2013 inegavelmente associada \u00e0 transcend\u00eancia, muito mais que a uma ef\u00eamera espiritualidade. Porque explicar tudo isso? Porque h\u00e1 espa\u00e7o pra tudo nessa vida. Basta compatibilizar equil\u00edbrios e prioridades.<\/p>\n\n\n\n<p>Da\u00ed, atualmente, uma recente constata\u00e7\u00e3o: a resposta sempre \u00e9 menos externa do que pensamos. Sempre esteve comigo. H\u00e1 gente que simplesmente a busca. Outras se conformam a moldar seu Religare (a origem da palavra religi\u00e3o). N\u00e3o sou eu a informar sobre o impacto das diversas manifesta\u00e7\u00f5es religiosas na pol\u00edtica. O Brasil passou a ser um extremo exemplo.<\/p>\n\n\n\n<p>E at\u00e9 nisso \u2013 ou principalmente nisso \u2013 somos induzidos a um privilegiado equ\u00edvoco (transformando-o em oportunidade). Passei a priorizar a desconstru\u00e7\u00e3o de machismos. E me encontrei com um fator preponderante. Todo o Religare \u00e9 feminino. Inclusive a origem da vida. Por tabu ou pelas origens patriarcais, negamo-nos at\u00e9 mesmo \u00e0 nossa pr\u00f3pria intimidade. Pode uma pessoa reprimida lutar contra a opress\u00e3o de toda uma sociedade? N\u00e3o seria melhor dedicar-nos a algumas vitalidades que precedem a nossa exist\u00eancia social? Quantas fogueiras foram acesas para queimar quem ousar falar de sexualidade, at\u00e9 mesmo dentro de qualquer partido pol\u00edtico de esquerda? Quais os espa\u00e7os para o que realmente importa em todas as lutas contra as opress\u00f5es?<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, hesito em datar de forma categ\u00f3rica os meus primeiros contatos com a (re)descoberta do Tantra \u2013 com cuidado \u00e0 diversidade de significados com que o apresentam, e de forma cada vez mais crescente. Nem parece que faz pouqu\u00edssimo tempo que \u201creencontrei-me com esse velho desconhecido\u201d. At\u00e9 vacilo em definir como se fosse algo que \u201cfaz pouco tempo\u201d. N\u00e3o me \u00e9 estranho. \u00c9 como se estivesse sempre caminhando ao meu lado, em paralelo. Como um ilustre desconhecido que sempre tivesse feito parte da minha vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Por ser maravilhosamente complexo, escutei recentemente v\u00e1rias pessoas \u2013 ao fugir de reducionismos e insignific\u00e2ncias \u2013 tentar simplificar em uma express\u00e3o: Sexualidade Consciente. Muito e pouco, ao mesmo tempo. Mas o que s\u00e3o, uma coisa e outra? Ou de onde vem o que pens\u00e1vamos que era isso? O que tem tudo isso a ver com uma vida dedicada \u201c\u00e0quilo que pensava que era pura pol\u00edtica\u201d?<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o me veio de um bem absoluto, este meu contato recente com este assunto. Como muitas transcend\u00eancias vividas, me veio por um imenso sofrimento (alheio, principalmente; mas que eu o vivi como se fosse meu). Veio-me por pura empatia, pelo autocuidado, pelo gozo de pensar mais \u201cno outro\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Acostumei-me a repetir: n\u00e3o h\u00e1 mal que n\u00e3o venha para o bem. H\u00e1 uma palavra \u00e1rabe que resume: Maktub (\u201cestava escrito\u201d; ou: tudo que vem, conv\u00e9m&#8230;).<\/p>\n\n\n\n<p>Longe de pretender substituir a intensa busca de revolu\u00e7\u00e3o social e econ\u00f4mica, por um novo conceito de revolu\u00e7\u00e3o na sexualidade (e eu concordo que a palavra Consciente \u00e9 um excelente complemento), creio sinceramente \u2013 hoje mais que nunca, por ser algo que sempre me chamou muita aten\u00e7\u00e3o \u2013 em pelo menos poder falar abertamente de nossa sexualidade, como um maravilhoso elemento de transforma\u00e7\u00e3o pessoal. E o melhor: que, irradiando, se coletiviza. Melhor assim.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim fui percebendo, aos poucos, que uma das lutas antifascistas que mais avan\u00e7am no mundo era, antes, a \u00fanica que trazia a palavra Sexualidade j\u00e1 de forma escrita \u2013 e que ao mesmo momento j\u00e1 se reivindicavam como eminentemente \u201cPol\u00edticas\u201d ao longo do tempo. Homossexualidade, Trans-sexualidade&#8230; Porque somente a elas se inclu\u00edam a palavra Sexualidade, quando a luta dos movimentos feministas, por exemplo, sempre foram, desde o in\u00edcio, uma firme reivindica\u00e7\u00e3o do corpo, em toda a sua ess\u00eancia e significado?<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, li muito sobre os marxistas que debateram pol\u00eamicas infinitas sobre o conceito de Consci\u00eancia. Tanto quanto Wilhelm Reich (e Roberto Freire, o criador da \u201cSoma\u201d) foram demonizados pelos psicanalistas que n\u00e3o aceitaram as suas formas de dialogar sobre as sexualidades nas sociedades \u2013 e na pol\u00edtica. Do pr\u00f3prio Freud (e de Foucault) o que se diz? Porque todas as minhas cita\u00e7\u00f5es s\u00e3o de celebridades masculinas? E Elas? Onde foram parar as invisibilizadas em todo esse debate?<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, aten\u00e7\u00e3o! N\u00e3o tenho e nem pretendo ter em m\u00e3os ferramentas para definir ou explicar o Tantra. N\u00e3o \u00e9 esta, agora, minha miss\u00e3o. Para isto, me rodeio de pessoas, inclusive de profissionais com suficiente experi\u00eancia. E vivo, eu, o momento vivido. Como se isto me fosse autossuficiente. E que, de certa forma, bem o \u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>Este breve relato possui, portanto e em conclus\u00e3o, tr\u00eas objetivos fundamentais. Fa\u00e7o quest\u00e3o de tentar concluir com suficiente claridade sobre isso.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro objetivo \u00e9 expandir um sentimento, compartilhando-o \u2013 com afeto \u2013 entre pessoas pr\u00f3ximas (objetiva e subjetivamente falando). Isto j\u00e1 seria uma raz\u00e3o suficiente. Se n\u00e3o fosse porque a primazia da raz\u00e3o, em mim, vai cedendo espa\u00e7o, de forma tranquila, \u00e0 primazia das emo\u00e7\u00f5es. J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 pouco.<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda intencionalidade \u00e9 chamar a aten\u00e7\u00e3o para um fen\u00f4meno crescente: a pr\u00e1tica do Tantra e as novas formas de relacionar-se com o pr\u00f3prio corpo e com o mundo. Para mim, bastou \u2013 neste breve texto &#8211; com mencionar a palavra Tantra pouqu\u00edssimas vezes, sem dar maiores pistas que n\u00e3o sejam tr\u00eas palavras que j\u00e1 me serviam antes de conhecer esta filosofia de vida milenar: Confian\u00e7a em compartilhar experi\u00eancias com pessoas que pensam ou n\u00e3o como eu (expondo-me, sem o menor medo dos falsos moralismos); Respeito profundo comigo mesmo (sim; comigo, principalmente; porque assim tal respeito \u201ccontagiaria\u201d todos os meus entornos, de maneira magn\u00edfica); e Di\u00e1logo com a constru\u00e7\u00e3o de uma Consci\u00eancia Coletiva. Sem intermedi\u00e1rios. Eu sou meu mestre e, ao mesmo tempo, meu anti-guru.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao me seguir (pelas redes sociais onde participo), perceber\u00e1s como seguirei repartindo expectativas tanto quanto esperan\u00e7as; ou delicadamente semeando pistas. Ao falar de Tantra, ou do papel da Sexualidade Consciente (Confian\u00e7a, Respeito e Di\u00e1logo) nos processos de transforma\u00e7\u00e3o social, leia-se \u2013 por favor \u2013 a palavra Vida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEnlouqueceu, esse rapaz?\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. E lembrei-me de uma frase no final do filme Ran, do Akira Kurosawa: \u201cMundo louco; hei de ser louco para ser sensato\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Leia, releia e re-siginifique os seus pr\u00f3prios conceitos (de vida, os vitais, os essenciais&#8230;).<\/p>\n\n\n\n<p>Perceber\u00e1s, de in\u00edcio, o destaque que os teus mecanizados processos mentais atribuir\u00e3o \u00e0 palavra que mais se agarrar\u00e1 na tua mente, ao terminar este modesto texto. Sexo! E ver\u00e1s que a sexualidade \u00e9 muito mais que isso (ou que aquilo). A sexualidade \u00e9 tudo aquilo que n\u00e3o te ousavas perguntar o que \u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>E tudo aquilo que paras para perguntar-te na vida, ressignificam-se em duas coisas: ou em filosofia ou em pol\u00edtica. Ou naquilo que as unifica.<\/p>\n\n\n\n<p>O que voc\u00ea entende por isso? O que \u00e9 para ti, o amor, a amizade, o sexo? O que te impediu, at\u00e9 agora de falar da import\u00e2ncia desses significados na tua vida? Afinal, o que realmente importa nessa vida? E concluo, com a pergunta essencial: o que sempre significou, para a minha vida, a palavra \u201cPol\u00edtica\u201d?<\/p>\n\n\n\n<p>Falar de vida sempre foi, para mim, falar de pol\u00edtica. Ou vice-versa. A grande quest\u00e3o, em conclus\u00e3o, \u00e9 que chegou a hora de falar \u201cde verdade\u201d. Pois pode ser, no melhor do caso, duas coisas: sanador e\/ou libertador. Porque no fundo (no fundo, no fundo&#8230;) s\u00f3 depende mais de ti.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo que transforma e que liberta me interessa muito.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">\u201cAmar e mudar as coisas me interessa mais\u201d <br>(Belchior).<\/p>\n\n\n\n<p>Aquele abra\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p>Acesse as m\u00eddias de Fl\u00e1vio Carvalho:<\/p>\n\n\n\n<p>T<em>witter e Instagram: <\/em><strong><em>@1flaviocarvalho<\/em><\/strong><br><em>Facebook: <\/em><strong><em>@quixotemacunaima<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nota: <\/strong>Os textos, cita\u00e7\u00f5es, e opini\u00f5es s\u00e3o fornecidos pelo autor, sendo de sua exclusiva responsabilidade, e podem n\u00e3o expressar \u2013 no todo ou em parte, a opini\u00e3o dos Coletivos da Fibra.<\/p>\n","protected":false,"gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"html"}]},"excerpt":{"rendered":"<p>@1flaviocarvalho | @quixotemacunaima | Soci\u00f3logo e Escritor. 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