{"id":9210,"date":"2022-09-20T21:26:55","date_gmt":"2022-09-20T19:26:55","guid":{"rendered":"http:\/\/fibrainternacional.org\/?p=9210"},"modified":"2022-09-20T21:26:57","modified_gmt":"2022-09-20T19:26:57","slug":"ola-flavio-aqui-chico-cesar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fibrainternacional.org\/?p=9210","title":{"rendered":"Ol\u00e1, Fl\u00e1vio. Aqui, Chico C\u00e9sar!","gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"text"}]},"content":{"rendered":"\n<p>Entrevista Exclusiva com o artista paraibano. Com a gentil colabora\u00e7\u00e3o da tamb\u00e9m paraibana, Oriana Gonti\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por Fl\u00e1vio Carvalho, para o site da FIBRA<br>@1flaviocarvalho. @quixotemacunaima. Soci\u00f3logo e Escritor. <\/p>\n\n\n\n<p>Barcelona, setembro de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">\u201cQuem ama fala ao mundo mesmo mudo.\u201d<br>(Chico C\u00e9sar).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fibrainternacional.org\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Screenshot-2022-09-20-at-21.24.32-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-9211\" width=\"325\" height=\"181\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><em>Ol\u00e1, Fl\u00e1vio. Aqui, Chico C\u00e9sar. <\/em>Assim, come\u00e7ou a conversa com este g\u00eanio de Catol\u00e9 do Rocha. Um dos homens que eu mais amo no nosso Brasil. \u201cChico Ama Barcelona\u201d, foi o t\u00edtulo da mat\u00e9ria de capa da revista <em>Brazil<\/em> com Z, da \u00faltima vez que aqui conversamos, em 2015.<\/p>\n\n\n\n<p>Chico inaugura uma nova fase na minha vida. \u00c9 a primeira vez que eu entrevisto um artista do seu tamanho, pela segunda vez. Lenine, Alceu Valen\u00e7a, Karina Buhr, Luedji Luna e tantas outras entrevistas que fiz &#8230; Nenhuma repetiu o mesmo astro. Repetir com Chico, \u00e9 uma honra e orgulho para mim.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 porque, como ele mesmo diz: \u201cA gente sempre sabe como come\u00e7a, mas nunca onde termina.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>No final da entrevista, mandou uma carinhosa e gentil mensagem, com chamada de voz, para que a brasileirada em Barcelona assista o seu show, no dia 3 de outubro, na famosa <a href=\"https:\/\/www.sala-apolo.com\/es\/?utm_source=Google+Maps&amp;utm_medium=Google+Maps&amp;utm_campaign=Ficha+Maps\">Sala Apolo<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta entrevista, comigo sete anos depois, ele se mostra: Vestido de Amor. Menciona Geraldo Azevedo, Jo\u00e3o Cabral, Guimar\u00e3es Rosa, e trata da sua humildade e mod\u00e9stia art\u00edstica, em uma particular defini\u00e7\u00e3o de considerar-se um n\u00e3o-escritor. Fala das cidades europeias por onde passar\u00e1. Das comunidades de brasileiros emigrados e sua rela\u00e7\u00e3o com a migra\u00e7\u00e3o. Da inspiradora gest\u00e3o cultural de Gilberto Gil e Juca Ferreira, para ele que tamb\u00e9m foi gestor de cultura, Secret\u00e1rio Estadual, na Para\u00edba.<\/p>\n\n\n\n<p>Chico \u00e9 paraibano de cora\u00e7\u00e3o. Menciona a excelente safra de novos artistas paraibanos. E d\u00e1 uma passadinha por Recife, cidade onde eu nasci. Tanto para esta, como para a entrevista anterior, contei com a maravilhosa ajuda de uma amiga, a mais paraibana entre todas as brasileiras-francesas em Barcelona: Oriana Gonti\u00eas. Especialista em Chico e em cultura paraibana, al\u00e9m de outros m\u00e9ritos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele, Chico, \u00e9 um artista daqueles capazes de mencionar todos os trabalhadores, de todos os n\u00edveis da cadeira produtiva da m\u00fasica, verdadeiros oper\u00e1rios da cultura, que o \u201cCantautor\u201d (assim se define, Chico) conhece melhor que ningu\u00e9m. Aprendi a identificar boa gente pela capacidade que elas tem de dedicar olho no olho \u00e0queles trabalhadores que os representantes das elites olig\u00e1rquicas, por exemplo, fingem que n\u00e3o enxergam. Chico \u00e9 daquelas pessoas que n\u00e3o somente os trazem \u00e0 sua digna exist\u00eancia, mas tamb\u00e9m os exaltam como merecem: produtores, mestres de cultura, seguran\u00e7as, motoristas&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>O mais importante, na nossa deliciosa conversa, \u00e9 a an\u00e1lise filos\u00f3fica e antropol\u00f3gica que o artista faz da ess\u00eancia estruturante do nosso car\u00e1ter como povo brasileiro. N\u00e3o deixem de ler, com agu\u00e7ada aten\u00e7\u00e3o, essa genialidade que Chico C\u00e9sar nos desvenda sobre a melhor compreens\u00e3o do Brasil de hoje. E, principalmente, do amanh\u00e3. Da esperan\u00e7a, sempre com a\u00e7\u00e3o e emo\u00e7\u00e3o. Freireanamente, sem esquecermos da Cigana Analfabeta que leu a m\u00e3o de Paulo \u2013 numa de suas can\u00e7\u00f5es que eu mais gosto.<\/p>\n\n\n\n<p>O melhor momento da entrevista? Para mim, lembrou-me um epis\u00f3dio recente.<\/p>\n\n\n\n<p>Viralizou na Internet, um v\u00eddeo de uma apresenta\u00e7\u00e3o musical em que o p\u00fablico do seu show, grita em coro para que Bolsonaro tome no cu. Chico interrompeu o seu show e come\u00e7ou a dialogar com a multid\u00e3o sobre esse conceito ofensivo, principalmente em rela\u00e7\u00e3o a um importante coletivo (que a hist\u00f3ria oficial sempre tentou invisibilizar; Chico, n\u00e3o!). Recomendo a assistir, a continuidade daquela interrup\u00e7\u00e3o do show, no <a href=\"https:\/\/youtu.be\/WoPAutXJdIw\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">v\u00eddeo <\/a>que circula pela Internet; o que aconteceu ap\u00f3s o discurso de Chico, neste show: a forma como o p\u00fablico faz cara de surpresa, de aprendizado, de revela\u00e7\u00e3o, de concord\u00e2ncia, e satisfeito volta a dan\u00e7ar &#8211; contente at\u00e9 mesmo com a pequena bronca levada do artista. N\u00e3o h\u00e1 mal que n\u00e3o venha para o bem. Chico C\u00e9sar, al\u00e9m de falar de liberdade, a exerce, plenamente. Com coer\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 a receita principal do seu show, segundo ele mesmo. Liberdade. N\u00e3o somente para concordar. Liberdade \u00e9 di\u00e1logo. E, tamb\u00e9m, at\u00e9 pra n\u00e3o concordar. Voc\u00ea n\u00e3o precisa concordar com esta entrevista, mas, claro, n\u00e3o pode deixar de ler.<\/p>\n\n\n\n<p>E at\u00e9 pode n\u00e3o ter como ir ao seu show, mas, te convido (junto com ele, Chico) a vestir-se de amor. Aqui, em Barcelona, exatamente um dia ap\u00f3s o <strong>Dia Dois<\/strong> &#8211; dia do \u00f3dio ser derrotado pela amorosidade do nosso povo. Com Chico C\u00e9sar fica mais f\u00e1cil. Porque com ele, nada deve ser f\u00e1cil. Mas \u00e9 <strong>sempre<\/strong> prazeroso.<\/p>\n\n\n\n<p>Com prazer, Chico C\u00e9sar com voc\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fl\u00e1vio Carvalho &#8211; <\/strong>Que nos trazes, a Barcelona, Chico?<strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico C\u00e9sar &#8211;<\/strong> Meu mais recente projeto \u00e9 exatamente o disco e a turn\u00ea que tem o mesmo nome, Vestido de Amor. Uma turn\u00ea curta (que depois eu pretendo retomar por mais pa\u00edses), agora por nove cidades da Europa. E que depois eu pretendo retomar com shows tamb\u00e9m pelo Brasil. Eu pretendo voltar no ver\u00e3o europeu ou um pouco antes, para novos shows na Europa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FC <\/strong>&#8211; Quais cidades visitar\u00e1s?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico<\/strong> &#8211; As cidades europeias s\u00e3o todas cidades onde eu j\u00e1 toquei. Santiago de Compostela, Porto, Lisboa, Londres, Barcelona, Marselha, Paris, Berlim&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F &#8211; <\/strong>H\u00e1 diferen\u00e7a na resposta do p\u00fablico, entre os brasileiros e europeus?<strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico<\/strong> &#8211; Eu gosto muito de tocar na Europa e de entrar em contato com o p\u00fablico. Tanto com o p\u00fablico brasileiro quanto com o p\u00fablico europeu. Porque a comunidade brasileira \u00e9 aberta e interage bastante com o lugar onde ela est\u00e1. Isso ajuda a trazer aos meus shows o seu p\u00fablico mais pr\u00f3ximo: amigos, namorados, professores, alunos&#8230; Essa \u00e9 uma das coisas pelas quais \u00e9 sempre bom voltar \u00e0 Europa e poder tocar nessas cidades.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F &#8211; <\/strong>H\u00e1 fogo no Brasil? Como vai tudo por l\u00e1?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico<\/strong> &#8211; No Brasil os meus shows est\u00e3o excelentes. Seja um show com a minha banda, do meu pr\u00f3prio trabalho, seja a turn\u00ea em duo, com Geraldo Azevedo, com viola e voz. Eu adoro tocar no nosso pa\u00eds a qualquer momento, porque o brasileiro \u00e9 muito musical. E tem na m\u00fasica um instante de reflex\u00e3o profunda sobre si mesmo. Eu adoro e estou muito feliz, nesse momento p\u00f3s-pand\u00eamico, de poder circular pelo Brasil com m\u00fasica, reencontrando o p\u00fablico. Reencontrando os produtores, os motoristas, seguran\u00e7as, toda a gente que trabalha com m\u00fasica no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F &#8211; <\/strong>E a gest\u00e3o cultural, de quando voc\u00ea foi Secret\u00e1rio de Cultura pra c\u00e1?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico<\/strong> &#8211; Penso que Gilberto Gil e Juca Ferreira foram grandes inspira\u00e7\u00f5es para mim, como gestor de cultura. E ser\u00e3o para sempre, para todos os gestores de cultura que vierem. \u00c9 imposs\u00edvel pensar em gest\u00e3o cultural no Brasil sem pensar neles dois. Porque foi um trabalho incr\u00edvel de olhar pra cultura como algo mais amplo. Foi algo para al\u00e9m das artes, ao pensar nas popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas, nas popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, nos quilombolas, nas parteiras, nos mestres de cultura&#8230; \u00c9 isso. Uma inspira\u00e7\u00e3o enorme. E penso que nunca mais vai se voltar a fazer gest\u00e3o cultural no Brasil sem pensar nesse per\u00edodo bonito da nossa cultura, vivido quando tivemos \u00e0 frente do Minist\u00e9rio da Cultura, Gilberto Gil e Juca Ferreira.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F &#8211; <\/strong>Tu sabes, Chico, que eu n\u00e3o vou deixar de perguntar sobre o momento pol\u00edtico decisivo, no nosso pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico<\/strong> \u2013 Sim. O momento \u00e9 de esperan\u00e7a e de a\u00e7\u00e3o. De transforma\u00e7\u00e3o! O Brasil, nesses \u00faltimos seis anos, teve a oportunidade de olhar para sua face mais feia, mais escondida, num certo Brasil Cordial. Uma cordialidade que, de fato, nunca existiu. A nossa forma\u00e7\u00e3o como povo foi sempre muito violenta. Mortes, estupros, sangue, explora\u00e7\u00e3o do trabalho alheio, escravid\u00e3o&#8230; Nos \u00faltimos seis anos, isso apareceu de forma muito contundente. Mas, de qualquer forma, \u00e9 hora de curar essa ferida, que n\u00e3o vai ser curada agora, da noite pro dia. \u00c9 hora de extirpar o mal principal. Esse mal principal \u00e9 o Bolsonaro. Mas, sabendo que o bolsonarismo permanecer\u00e1 durante um certo tempo. Porque ele faz parte da alma do brasileiro. N\u00e3o \u00e9 algo que vem de fora. \u00c9 algo que nasceu das nossas entranhas. Por\u00e9m, \u00e9 um momento de esperan\u00e7a, de a\u00e7\u00e3o e de otimismo. O Brasil est\u00e1 dando a volta por cima.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F &#8211; <\/strong>O que esperar da intensidade do que significa assistir um show seu?<\/p>\n\n\n\n<p>Chico &#8211; O que n\u00e3o pode faltar nos meus shows \u00e9 liberdade! \u00c9 a liberdade criativa. Ent\u00e3o, por isso, os meus shows s\u00e3o sempre diferentes uns dos outros. Mesmo quando eles seguem mais ou menos o mesmo roteiro. Eu sei como os meus shows come\u00e7am, mas n\u00e3o sei como terminam, nem o que vai acontecer pelo meio. Porque \u00e9 um momento de entrega. De liberdade energ\u00e9tica mesmo! E acho que nos meus shows n\u00e3o pode faltar comunh\u00e3o com o p\u00fablico. Isso n\u00e3o significa que tem que ser algo concordante somente. Pode at\u00e9 ser algo discordante e ruidoso. Pode at\u00e9 criar um ru\u00eddo discordante, al\u00e9m de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F &#8211; <\/strong>Na entrevista anterior, voc\u00ea me autografou o seu livro, Cant\u00e1teis. Tens escrito mais?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico<\/strong> &#8211; Eu n\u00e3o me considero um escritor. A minha m\u00fasica vem da palavra. Vem do som das palavras. E os meus livros vem, justamente, da falta de m\u00fasica. Ou melhor: da falta de m\u00fasica nas palavras que n\u00e3o foram musicalizadas. E transformam-se, ent\u00e3o, em livros. Mas eu n\u00e3o sou um escritor. Eu gosto de escrever para a m\u00fasica. \u00c9 isso que eu realmente sinto que sou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F &#8211; <\/strong>E a leitura? E ela, a import\u00e2ncia dos livros, na sua vida?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico<\/strong> &#8211; Eu gosto muito de ler. A minha rela\u00e7\u00e3o com a palavra vem desde as minhas leituras dos tempos de crian\u00e7a. Literatura de Cordel, Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto, Guimar\u00e3es Rosa&#8230; Isso forma tamb\u00e9m o <em>Cantautor<\/em> que eu sou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F &#8211; <\/strong>Poder\u00edamos acabar com alguma recomenda\u00e7\u00e3o musical sua, pra gente?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico<\/strong> &#8211; O Brasil tem sempre muitas coisas novas acontecendo na m\u00fasica. Eu poderia sugerir um coletivo, na Para\u00edba, que se chama Quadrilha: quatro jovens m\u00fasicos que se juntaram, apoiando-se uns nos outros. Ainda da Para\u00edba, eu posso citar um artista maravilhoso chamado Jonathas Falc\u00e3o: um cantor muito bom e que tem um p\u00fablico formado no Estado; e fora dele. Posso falar de Mar\u00edlia Parente, em Recife, que tem um coletivo tamb\u00e9m chamado Avoada, que juntou tamb\u00e9m quatro artistas de Recife. L\u00e1 em Recife, eu tamb\u00e9m posso mencionar um coletivo chamado Reverbo, de trinta jovens autores, rapazes e mo\u00e7as, que se juntaram e se apoiaram para fazer sua m\u00fasica. Do Reverbo, tem Flaira Ferro, que gravou no meu disco. Fora dos coletivos, tem ainda, na Para\u00edba, uma que eu tamb\u00e9m gosto muito, Agnes Nunes. A m\u00fasica do Brasil realmente n\u00e3o para, n\u00e9? Muita coisa nova e boa, realmente acontecendo no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>F &#8211; <\/strong>Grato, Chico. Quer mandar uma mensagem, no final desta entrevista?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chico<\/strong> &#8211; Meus amigos queridos que vivem em Barcelona. No dia 3 de outubro, um dia ap\u00f3s o primeiro turno das elei\u00e7\u00f5es brasileiras, eu estarei tocando na Sala Apolo, em Barcelona. E espero comemorar o vigor c\u00edvico da nossa na\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de comemorar a for\u00e7a da m\u00fasica brasileira, junto com voc\u00eas, na Sala Apolo. Venham. Cheguem. Chamem gente. Um cheiro e at\u00e9 l\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p>Acesse as m\u00eddias de Fl\u00e1vio Carvalho:<\/p>\n\n\n\n<p>T<em>witter e Instagram: <\/em><strong><em>@1flaviocarvalho<\/em><\/strong><br><em>Facebook: <\/em><strong><em>@quixotemacunaima<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>#maconaima #quixotemacunaima<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nota: <\/strong>Os textos, cita\u00e7\u00f5es, e opini\u00f5es s\u00e3o fornecidos pelo autor, sendo de sua exclusiva responsabilidade, e podem n\u00e3o expressar \u2013 no todo ou em parte, a opini\u00e3o dos Coletivos da Fibra.<\/p>\n","protected":false,"gt_translate_keys":[{"key":"rendered","format":"html"}]},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista Exclusiva com o artista paraibano. 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