Paris, 02 de maio de 2026
Neste 1 de maio, cerca de 50 mil pessoas reuniram-se na icônica Place de la République, em Paris, para celebrar o Dia dos Trabalhadores e Trabalhadoras.

No percurso de mais de quatro horas até a Place de la Nation, viam-se sindicatos como CGT e Solidaires, partidos políticos, a exemplo da France Insoumise, PC, Revolução Permanente, NPA, Liga Trotskista da França, entre outros.
Eles desfilavam ao lado de coletivos iranianos, cubanos, de jovens revolucionários, anarquistas e pró-Palestina – cujas bandeira, aliás, tremulava em todos os grupos, despontando como irrefutável ponto de coesão entre os participantes, do centro à extrema esquerda.
As militantes brasileiras integraram o cortejo da América Latina, levando bandeiras do PT e do MST, assim como camisetas de Lula presidente. Suas porta-vozes expressaram apoio a Cuba, ao Irã e ao Líbano invadidos, condenaran o genocídio em Gaza, pediram a retirada das forças israelenses dos territórios ocupados e o fim da intervenção imperialista no Oriente Médio.
Acima de tudo, reinvidicaram a manutenção da democracia e do Estado de Direito no Brasil, contra qualquer tipo de anistia aos golpistas.
Marcia Camargos (Memória da Resistência Brasileira na França/Alerta França Brasil/Coletivo Paulo Freire/PT-Paris/FIBRA).
Confira as imagens do ativismo brasileiro em Paris:

Nota: Os textos, citações e opiniões deste texto podem não expressar – no todo ou em parte, a opinião dos Coletivos da Fibra.